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David Livingstone
Impactou a África com o Evangelho
Nascido na Escócia, filho de pais calvinistas, David Livingstone foi criado no temor do Senhor e viveu num lar alegre e humilde, que servia como modelo de virtudes domésticas para a época. Não pôde se prestar ao luxo de uma educação formal, pois desde pequeno trabalhou em uma fábrica de algodão e era nessa hora que ele aproveitava para estudar; colocava um livro na sua frente para aprender enquanto trabalhava. Possuiu cultura regular e quando decidiu se dedicar à obra missionária, pôde estudar na Universidade de Glasgow. Formou-se em medicina e cresceu ouvindo falar de missionários da China. Tinha o propósito de ir cumprir suas missões lá, inclusive se preparou seguindo as indicações da Sociedade Missionária de Londres. Isso despertou a sua curiosidade e logo começou a se interessar por esse país. Porém, a guerra do ópio não permitiu que ele partisse para o Oriente. Então ele conhece o missionário Roberto Moffat que havia chegado da África e lhe diz que pelas terras africanas existiam determinadas aldeias, onde nenhum missionário ainda estivera. Sem pensar duas vezes, Livingstone decide, "irei imediatamente para África".
Em 1840, ele embarca em uma viagem solitária para o "continente negro" a África Meridional, em busca de um rio que lhe permitisse avançar para o interior do continente com a intenção de expandir a fé e assegurar novas rotas comerciais. Tudo aconteceu a partir da segunda metade do século XIX, quando a rainha Vitória estava no trono do Reino Unido, e vários exploradores começaram a deixar as Ilhas Britânicas para descobrir os novos territórios. David Livingstone torna-se um dos pioneiros na exploração do Continente Africano.
Em 1841, aos 28 anos de idade, ele chega à Cidade do Cabo e marchou mais de mil quilômetros ao norte para se estabelecer na missão que Moffat havia fundado em Kuruma. Acompanhado por populações locais ou integrado nas caravanas de escravos, traçou os primeiros mapas da região e anos depois torna-se o primeiro "homem branco" a vislumbrar o gigantesco Cânion de Basalto avermelhado, onde despenca o Rio Zambezi. Em homenagem à Rainha Vitória ele batiza o lugar de quedas d'água de Victoria Falls (Cataratas de Victoria), hoje considerado pela Unesco Patrimônio Natural da Humanidade.
Dois anos depois partiu para Mabotsa, fundou uma missão e construiu uma casa que compartilhava com sua esposa Mary, filha de Moffat. Mesmo tendo planos de ficar por ali, Livingstone se viu obrigado a sair devido alguns desentendimentos com outro missionário. Partiu então mais para o norte na aldeia de Chonuana onde três anos depois batizou o chefe da tribo. Por causa de uma grande seca, todos se viram obrigados a sair dali. David com sua esposa e filhos também tiveram que partir em direção a outras terras. Durante a busca, recebeu notícias de que outro chefe se interessava pelo Evangelho então partiu com a família para esta aldeia, mas considerou o clima ruim e acompanhou mulher e filhos até a Cidade do Cabo para ir à Inglaterra, e ele voltou para o interior da África.
David conheceu as línguas da região com intimidade, fez amizade com o chefe makololo Sebituane, e acompanhou de perto o mercado de escravos, fato que o deixou indignado. Isso aconteceu quando certo dia ele estava descansando após sua jornada e ouviu uma confusão. Observou que havia uma longa fila de homens, mulheres e crianças cativos que estavam sendo levados até a vila. Procurou saber do que se tratava e descobriu que os manganjas haviam sido capturados pelo povo Yao. Os Yaos destruíram a aldeia dos manganjas e pretendiam vendê-los como escravos. Aquela declaração encheu Livingstone de horror e repulsa e ele decidiu que ia lutar por eles. Por essa atitude, os Yaos acabaram considerando-o um inimigo. Ele estava convencido de que o tráfico só cessaria quando se conseguisse abrir o centro do Continente para o comércio lícito. As rotas seriam as mesmas que os missionários seguiriam e a África ficaria livre do tráfico de escravos e receberia a luz do Evangelho.
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Igreja de Deus: A visão cooporativa leva todos os membros, igrejas, regiões e nação a participarem diretamente na evangelização dos povos não alcançados. Trata-se de uma visão estratégica a nível local, regional e nacional. A maior missão da igreja, infelizmente tem se tornado também sua maior omissão. Não podemos falar de avivamento sem antes falarmos de um genuíno despertar missionário. Acesse o link e baixe o arquivo em formato PPS (PowerPoint) e saiba mais sobre a visão coorporativa. www.igrejadedeus.org.br
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ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA (*) - Um importante advogado de direitos para a liberdade religiosa afirmou que a administração Obama falhou em lutar contra a crescente perseguição no exterior. Em um discurso, o congressista Frank Wolf, do estado da Virgínia, citou a aparente indiferença dos Estados Unidos às violações dos direitos humanos no Sudão, China, Coreia do Norte, Vietnã, Iraque, Egito e Marrocos.
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ARGENTINA (*) - A juíza de paz da cidade argentina de General Pico, Marta Covella, afirmou hoje que jamais realizará o casamento de casais homossexuais. O Senado argentino aprovou, ontem, uma lei que autoriza a união de casais do mesmo sexo.
"Que me acusem do que quiser. Deus me diz uma coisa e eu vou obedecer com todo rigor, mesmo que custe meu posto, e mesmo que me custe a vida, porque primeiro está o que Deus me diz", afirmou a juíza.
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Índice Legatum analisa crescimento econômico e liberdades pessoais. Brasil
ficou em 41º, atrás de Chile, Argentina e Uruguai.
Um levantamento divulgado nesta terça-feira (27) apontou a Finlândia como o
número 1 entre os países 'mais prósperos' do mundo. O índice Legatum Prosperity
2009, organizado pelo Instituto Legatum, uma organização de advocacia e
consultoria independente, mapeou 104 países onde moram 90% da população mundial
(clique para ver o site do ranking, em inglês).
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Não se pode confundir a
estrutura organizacional, ideológica, filosófica e teológica do
islamismo, com a figura do seguidor que está no seu cantinho e muitos
deles cuidando de suas cabras e vivendo uma vida nômade no deserto.
Vejo o islã asiático muito mais politizado do que o do oriente médio.
Não estou falando que no mundo árabe também não haja uma estrutura
política, basta olharmos para a influência dos aiatolas no Iran. O islã
politizado usa a religião como plataforma para chegar ao poder. Para
eles o estado é subalterno.
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Tem sido cada vez mais freqüente ouvirmos
dos Líderes de Missões e Evangelização de várias denominações evangélicas brasileiras, que
seus pastores não apóiam nem se envolvem nas atividades de evangelização de suas
igrejas. Isto é algo que temos visto e ouvido cada vez mais perto de nós. Não
são muitas as igrejas que de fato realizam alguma ação evangelística eficiente e
responsável, que alcance muitas pessoas e conseguem colher muitas vidas para
Cristo. O fato é que a grande maioria das nossas igrejas não fazem uma
evangelização que traga resultados, que testemunhe o amor de Cristo e deixe
evidente para todos a santidade da comunidade.
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